David Santos Neto vence concurso de soletração de Camboriú

Bacharelado. Essa foi a palavra que garantiu a David Santos Neto, de 9 anos, o título de campeão do 1° Concurso de Soletração – José Angelo Rebelo, promovido pela Fundação Cultural de Camboriú. O garoto, aluno da escola municipal Marlene Pereira Zuchi, venceu a competição após disputas acirradas contra o primo Márcio Coninck Junior, da escola Clotilde Ramos Chaves. Mauro Henrique Brito, do Centro Educacional Recriarte, ficou com a 3ª colocação.

Quinze alunos de escolas municipais, estaduais e particulares participaram da final do concurso, realizada no auditório da Câmara de Vereadores. “Eu estou muito feliz, nem acredito que sou o campeão”, comemorou David. A mãe do garoto, Elisama Coninck Santos, compartilhou que o filho é fissurado em leitura e tem boas notas na escola. “Ele se preparou muito para esse concurso. Dividiu o banco de palavras e estudou pelo menos três páginas de conteúdo diariamente”.
A final do concurso de soletração foi dividida em rodadas. Um locutor citava as palavras duas vezes e cada criança poderia solicitar uma repetição extra, sinônimo e aplicação numa frase. José Angelo Rebelo, o escritor que deu nome ao campeonato; a jornalista Naiza Comel e o escritor Luiz Antônio da Silva, o Tecau, formaram a comissão técnica que avaliou as respostas.
“Só tenho a parabenizar a iniciativa. Principalmente por ser um evento em prol da educação e da cultura. Soletrar é um dos métodos lúdicos capazes de reforçar o aprendizado das crianças”, declarou José Angelo. O escritor e engenheiro agrônomo camboriuense destacou, em fala, a importância de uma disciplina sobre história local na grade de ensino, além da necessidade de reconhecimento a nomes que marcaram a criação do município – como Tomaz Francisco Garcia.
Os dois primeiros colocados do concurso foram premiados com bicicletas. O 3° lugar recebeu um tablet e uma caixa de som que funciona por sistema bluetooth. Todos os finalistas receberam medalhas e certificados por participação. “A final do concurso superou as nossas expectativas. Os alunos se empenharam bastante e contaram com o suporte e a torcida dos professores e pais ou responsáveis. Sem sombra de dúvidas, o Município alcançou o objetivo inicial, que era incentivar a leitura e a busca por novos conhecimentos”, analisou a presidente da Fundação Cultural, Judite da Silva Piza.
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