Equipe de Combate a Endemias monitora escorpiões em Camboriú

Uma equipe de cinco agentes de Combate a Endemias da Prefeitura de Camboriú retornou na noite dessa segunda-feira, dia 21, ao local em que, no início de julho, foi identificado foco de proliferação de escorpiões amarelos (Tityus serrulatus) na cidade. A busca ativa periódica tem sido feita após a captura de 23 dos animais, extremamente venenosos, no entorno de uma residência no bairro Rio Pequeno. O secretário de Saúde, Ronnye Peterson dos Santos, informa que o local onde estava o foco de escorpiões foi adequado e limpo pelo proprietário, segundo as orientações dos agentes de Combate a endemias e, dessa vez, nenhum escorpião foi encontrado. Ainda assim, a equipe retorna à área para dar prosseguimento às buscas na noite desta terça-feira, 22.

“A equipe percorreu oito residências, terrenos baldios e construções. Nossos agentes ainda vão voltar nessa terça-feira para terminar a varredura no quarteirão. Mesmo se não encontrarmos nada, em mais ou menos em um mês repetimos a busca ativa. Serão pelo menos três buscas ativas consecutivas no local, que só serão interrompidas quando não for encontrado mais nenhum escorpião amarelo”, explica o secretário.

O foco foi identificado numa construção abandonada no bairro Rio Pequeno, aos fundos de uma residência, no início do mês de julho. “O local servia de depósito para um grande volume de madeiras e materiais de construção, o que favorecia a proliferação do escorpião”, relembra Maurício Costa, coordenador da equipe de Combate a Endemias em Camboriú. Segundo ele, a eliminação do foco se deve principalmente à adequação do proprietário do imóvel às orientações dos agentes. “As paredes da construção foram rebocadas e pintadas, e os depósitos de madeira, tijolos e telhas foram eliminados. O terreno foi limpo”, completa.

Caso encontre um escorpião, o morador de Camboriú deve ligar para a Vigilância em Saúde, no número (47) 3365 9412. Uma equipe vai até o local para fazer a busca ativa e captura, que deve ser noturna. É importante que os moradores sigam a orientação dos agentes de endemias e não tentem capturar o animal vivo. Além disso, para evitar a proliferação do Tityus serrulatus, é importante não manter depósito de madeiras, tijolos e telhas próximos às residências, ou no terreno de casa. Maurício Costa ainda defende a importância de rebocar paredes e não deixar buracos dos tijolos expostos, o que cria um ambiente favorável para a reprodução da espécie.

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