Fucam fiscaliza poluição sonora e outras infrações ambientais durante o Congresso dos Gideões

Funcionários da Fundação do Meio Ambiente de Camboriú (Fucam) também fiscalizam os comércios temporários montados em virtude do 36º Congresso Internacional de Missões dos Gideões Missionários da Última Hora. A equipe percorre as barracas e ruas do Centro e vistoria índices de poluição sonora e outras infrações ambientais. Os fiscais se dividem em turnos e trabalham diariamente, inclusive no final de semana, até o dia 30 de abril.

Muitos comerciantes utilizam aparelhos de som para entreter os visitantes ou para fins comerciais. Com equipamento técnico para medir a pressão sonora, os fiscais verificam se há o cumprimento da lei. “O nível de som permitido é de 60 decibéis ao longo do dia e 55 durante a noite. No entanto, levando em consideração as interferências por conta do grande fluxo de pessoas no Congresso, foi estipulado um nível entre 70 e 80 decibéis”, explica o diretor de Fiscalização da Fucam, Maurício Fernandes.
As penalidades para quem não cumprir o estipulado por lei são advertência verbal e ajuste do som ou autuação formal pelo descumprimento. Em situações mais graves, os profissionais apreendem o equipamento. “No último ano, recebemos muitas reclamações do volume alto. Ao regularmos o nível de pressão sonora, criamos mais conforto para a população de entorno e aos frequentadores”, justifica o diretor.
Após as 22 horas, a Polícia Militar do município assume os casos de perturbação de sossego. Os funcionários da Fundação do Meio Ambiente ainda fiscalizam crimes ambientais como danos a árvores nativas de ornamentação; disposição inadequada de resíduos sólidos e líquidos, como óleo de cozinha usado; entre outros.
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