Dive confirma primeira morte de macaco por febre amarela em SC

A Diretoria de Vigilância Epidemiológica de Santa Catarina (Dive-SC) confirmou na tarde desta quinta-feira (4) a primeira morte de macaco por febre amarela no estado. O primata, da espécie bugio, foi encontrado por um morador em Garuva, no Norte. A instituição reforça que os macacos não são transmissores da doença.

Em 28 de março, a diretoria confirmou o primeiro caso de febre amarela contraído dentro do estado em um humano, com morte. O paciente era um homem de 36 anos que não havia se vacinado. Ele morava em Joinville, também Norte do estado.



Macaco

A coleta de material do animal para análise foi feita em 20 de março. O bugio foi encontrado morto em uma área de mata. Esta é a primeira morte de macaco por febre amarela confirmada no estado, que faz esse tipo de monitoramento desde 2009.

As amostras de material do bugio foram encaminhadas para análise do Laboratório Central de Saúde Pública de Santa Catarina (Lacen) e depois para a Fiocruz do Paraná, que é referência naquele estado.

A Dive-SC reforçou que os macacos são vítimas da doença e sinalizam a circulação do vírus na região. Por isso, a Secretaria Municipal de Saúde deve ser comunicada quando um desses animais é encontrado doente ou morto.

Vacina

A diretora da Dive-SC reforça à população catarinense que todas as pessoas acima dos 9 meses de idade devem tomar a vacina contra a febre amarela, que protege para toda a vida.

Quem ainda não foi imunizado por procurar uma sala de vacina para receber a dose gratuitamente. Uma campanha de vacinação contra a doença vai até 20 de abril. Até o momento, 61,47% da população catarinense está imunizada, conforme a diretoria.

Na tarde desta quinta, a Dive-SC realizou uma videoconferência para discutir propostas de intensificação da vacinação contra a doença.

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