EUA aprova tratamento para a malária para combater coronavírus, diz Trump

Os Estados Unidos aprovaram o uso da cloroquina, um medicamento usado no tratamento da malária, para tratar o novo coronavírus, disse nesta quinta-feira o presidente Donald Trump. “Poderemos disponibilizar esse medicamento quase imediatamente”, afirmou Trump a repórteres.

“Já passou pelo processo de aprovação, foi aprovado. Reduziram muito o tempo, muitos meses. Poderemos disponibilizar esse medicamento mediante receita médica”.

Nota da Redação

Sobre o uso da Hidroxicloroquina para tratamento do COVID-19

O uso da Hidroxicloroquina está em ESTUDO para TRATAMENTO de quem está infectado. NÃO SERVE COMO PREVENÇÃO.
Está em fase de testes e nem a dosagem correta eles sabem exatamente. O uso indiscriminado deste medicamento pode trazer efeitos colaterais graves.

Ele sozinho NÃO CURA 100% infectados pelo COVID-19. Só conseguiram 100% de cura, nos testes, usando o Hidroxicloroquina aliado a outro medicamento.

O Hidroxicloroquina é usada para tratamento de outras doenças como Lupus, Artrite reumatoide e malária.
Portando NÃO SAIAM COMPRANDO, pois vai PREJUDICAR quem faz o uso continuo desse medicamento.
Já está em falta em várias farmácias.

Sejamos responsáveis.

Hidroxicloroquina, o remédio antimalária promissor contra o coronavírus

hidroxicloroquina, um remédio usado contra alguns tipos de malária e doenças reumatológicas, apresentou resultados preliminares interessantes contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). Em decorrência disso, a FDA, agência dos Estados Unidos que regula medicamentos, anunciou que irá iniciar testes mais robustos em seres humanos.

Em uma pesquisa francesa, por exemplo, 20 voluntários com Covid-19, a doença causada pelo novo coronavírus, receberam a hidroxicloroquina — entre eles, alguns ainda tomaram azitromicina, um fármaco usado contra diferentes infecções.

Seis dias após a infecção, 100% dos pacientes que tomaram tanto hidroxicloroquina como azitromicina estavam curados. Entre os que só receberam a hidroxicloroquina, o número foi de 57,1%. E importante: apenas 12,5% de um grupo controle, composto por seis pessoas infectadas que não passaram por esses tratamentos, livraram-se do vírus nesse período.

Como o estudo é pequeno e menos controlado, são necessários outros levantamentos para testar a real eficácia e mesmo a dosagem correta. Aí que entra o FDA, nos Estados Unidos. O presidente americano, Donald Trump, pediu para que esses testes sejam feitos com a maior celeridade possível.

E a hidroxicloroquina não é a única droga promissora. Remdesivir (usado originalmente contra ebola), lopinavir (HIV) e faviparivir (antiviral contra várias doenças) também vêm sendo testados em diferentes cantos do mundo.

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