A obra de implantação da nova rede coletora de esgoto na Rua 3700, no trecho entre as avenidas Atlântica e Brasil, atingiu 44% de execução. O investimento é de aproximadamente R$ 2,5 milhões, realizado pela Empresa Municipal de Água e Saneamento de Balneário Camboriú (Emasa).
A intervenção faz parte do conjunto de obras de modernização do Sistema de Esgotamento Sanitário da região central do município. A iniciativa prevê a substituição de uma estrutura antiga por uma nova rede em PEAD, material mais resistente e adequado para a operação do sistema.
“É uma obra importante porque substitui uma rede antiga e melhora as condições de operação do sistema em uma região estratégica da cidade. Estamos acompanhando cada etapa para garantir que a execução avance com responsabilidade, reduzindo transtornos e entregando uma estrutura mais segura e eficiente para a população”, afirma o diretor-presidente da Emasa, Auri Pavoni.
As perfurações iniciais para implantação da tubulação foram executadas por meio do Método Não Destrutivo (MND). A técnica permite a instalação subterrânea da rede com menor necessidade de abertura de valas, reduzindo os impactos no trânsito, no comércio, nos moradores e no entorno da obra. No entanto, há etapas que exigem escavações pontuais, implantação e acabamento de estruturas, movimentação de equipes e equipamentos, além de cuidados com o solo e com o lençol freático.
Também já foram implantados cinco Poços de Visita (PVs). Essas estruturas permitem o acesso à rede para inspeção, manutenção e operação do sistema de esgotamento sanitário. Nesta fase, os trabalhos estão concentrados na conclusão dos poços já implantados.
“O MND é uma técnica mais moderna, que evita grandes aberturas na via, mas a execução ainda depende de etapas complementares em superfície. A implantação dos poços de visita, as conexões, a rede auxiliar e os testes operacionais precisam ser feitos com segurança, mas dependemos das condições climáticas, pois o bom tempo é fundamental para manter o ritmo e a qualidade dos serviços”, destaca o diretor técnico da Emasa, Pedro Crestani.
Na sequência, será executada a rede auxiliar de esgoto, responsável por conectar as edificações à nova rede coletora. Após essa etapa, a Emasa realizará os testes operacionais necessários para verificar o funcionamento do sistema e garantir que a rede esteja apta para entrar em operação.



