Divaldo Franco recebe homenagem do Parlamento e Governo catarinenses

O médium Divaldo Franco recebeu a medalha Zilda Arns e uma Laelia purpurata, flor símbolo do estado, respectivamente, do Governo e do Parlamento catarinenses. A cerimônia aconteceu na noite de sexta-feira (13), na Assembleia Legislativa.

O médium baiano agradeceu às homenagens e convidou as autoridades e a comunidade barriga-verde a construir uma sociedade mais justa.

“Diante dos disparates que assaltam o mundo, da carga de dominação, da guerra, da soberba, precisamos retomar as bases e edificar um mundo da cidadania para uma vida mais feliz”, afirmou Franco.

O líder espírita também exortou os catarinenses a buscar a paz. “Lutar pela paz é dever de todos nós, vamos fazer da paz a bandeira da ordem e do progresso”, declarou Franco.

O deputado Gelson Merisio (PSD) e o governador Eduardo Pinho Moreira (MDB) justificaram a homenagem.

“Estamos homenageando os embaixadores da paz, Divaldo Franco merece o nosso reconhecimento”, avaliou Merisio, que representou o Poder Legislativo.

“Zilda Arns foi uma catarinense dedicada à caridade e ao bem. Promoveu o cuidado das crianças e dos idosos com as pastorais da criança e do idoso, que resultou na diminuição da mortalidade infantil. Divaldo Franco, além de promover a paz, atende centenas, milhares de pessoas pelo Brasil”, explicou o governador.

O presidente da Alesc, deputado Aldo Schneider (MDB), também participou da solenidade.

O homenageado
Divaldo Pereira Franco nasceu em 1927, em Feira de Santana (BA). Considerado um “apóstolo do espiritismo”, já psicografou mais de 300 livros com mensagens de consolo e de esclarecimento.

Toda renda obtida com os livros, que já foram traduzidas para 17 idiomas, é revertida para entidades filantrópicas, entre elas a Mansão do Caminho, fundada por Divaldo Franco e Nilson de Souza Pereira em 1952.

Os pacificadores
Além de proferir uma palestra para a espíritas e admiradores no auditório Antonieta de Barros, Divaldo Franco também abriu a exposição “Os pacificadores”, instalada no hall de entrada do palácio Barriga-Verde.

A exposição é constituída de painéis que retratam grandes defensores da cultura da paz como Gandhi, Madre Teresa de Calcutá, Nelson Mandela, Chico Xavier, Martin Luther King e Albert Schweitzer.

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