Resgate Social registra recorde de acolhimentos no mês de agosto em Balneário Camboriú

O Resgate Social, departamento da Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social, divulgou nesta terça-feira (12) o balanço de atendimentos realizados em agosto. Durante o mês, as equipes do Resgate Social atenderam 235 pessoas e com a reincidência (pessoas acolhidas mais de uma vez) resultaram em 343 acolhimentos, superando o número de atendimentos de janeiro deste ano, onde foram registrados 330 acolhimentos.

Desses 343 acolhimentos, 87 pessoas receberam passagem rodoviária para os municípios onde receberão acolhimento familiar ou de terceiros. Também houve uma mudança no que se refere ao motivo da vinda a Balneário Camboriú, em todos os outros meses do ano, a busca por emprego era o principal motivo relatado. Em agosto, o principal motivo foi a vinda dos chamados “trecheiros” (32%), que são aquelas pessoas que passam de cidade em cidade sem rumo definido. Em segundo, foram os atendimentos a pessoas que possuem residência na cidade e região (31%) e em terceiro, a busca por emprego (28%). A grande maioria dessas pessoas é oriunda da Região Sul (74%).

“Durante as abordagens realizadas percebemos um número significativo de pessoas recém-chegadas na cidade, sem vínculo nenhum com o município. Como o inverno está mais ameno, até mesmo com períodos de calor, colaborou para que os migrantes viessem com antecedência para a cidade. Geralmente o fluxo aumenta a partir de outubro, mas este ano já em agosto muitos vieram para a temporada de verão”, comentou o diretor do Resgate Social, Eder Clemente.

Enquanto o número de moradores de rua manteve-se estável (28 pessoas), o número de pessoas em situação de rua aumentou passando para 114 pessoas. No total, cerca de 142 pessoas estão vivendo nas ruas de Balneário Camboriú.

O Resgate Social, além de prestar auxílio e assistência, busca dar novas oportunidades aos cidadãos que, independente do motivo, acabaram indo para as ruas. Os moradores de rua são aqueles que vivem nas ruas há mais de um ano por escolha própria e que perderam todo o vínculo familiar. As pessoas em situação de rua são aquelas que ficaram sem residência em razão de desemprego, corte de vínculo familiar, e/ou dependência química, estando há menos de um ano nas ruas, e também aquelas que viajam de cidade em cidade, sem rumo definido, que ficam no município por poucos dias.

Os moradores também podem solicitar abrigo na Casa de Passagem, indo até o local localizado na Rua Edgar Linhares nº 570 – Bairro Nova Esperança, ou na Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social. Para entrar em contato com o plantão do Resgate Social o número é o (47) 98839 – 7075 ou pela Central do Resgate Social no 156.

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Informações Adicionais:

Secretaria de Desenvolvimento e Inclusão Social
(47) 3363-2745

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